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ESCÂNDALO DO BOLSOLÃO: BOLSONARO USA ESTATAL PARA ABASTECER O ESQUEMA!

O esquema de corrupção de Bolsonaro foi desvendado na manhã de ontem pelo jornal O Estadão e já foi apelidado de o Bolsolão, trata-se de um esquema de R$ 3 bilhões de Bolsonaro para compra de deputados da base governista e do centrão e o uso indiscriminado de uma estatal para garantir a compra dos parlamentares.


De acordo com informações do jornal, Bolsonaro criou um 'orçamento paralelo' para aumentar sua base de apoio no Congresso. Ao todo foram R$ 3 bilhões em emendas destinadas à compra de tratores por preços até 259% acima dos valores fixados pelo governo.

Bolsonaro montou um esquema que ia muito além das emendas clandestinas montadas pelo orçamento paralelo, para isso ele expandiu e turbinou a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), e entregou o controle direto da estatal nas mãos do Centrão que aplicou cerca de um terço desses recursos por imposição dos políticos que a controlam.

O Estadão trouxe na manhã de hoje uma lista de envolvidos no esquema, entre eles alguns com ligações bem claras ao centrão e com padrinhos de plena confiança de Jair Bolsonaro, como o diretor-presidente da Codevasf, Marcelo Moreira, ex-funcionário da Odebrecht, indicado em 2019 pelo deputado Elmar Nascimento, com respaldo do então ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, hoje chefe da Casa Civil.

O progressista por sua vez indicou o homem da confiança de Arthur Lira, Arnaud Neto para diretor da Área de Gestão dos Empreendimentos de Irrigação e Davidson Tolentino de Almeida, ligado ao presidente do partido, senador Ciro Nogueira para diretor da Área de Revitalização de Bacias Hidrográficas, Antônio Rosendo Neto Júnior, é apadrinhado pelo o senador Roberto Rocha (PSDB) que é aliado do despresidente.

Ainda segundo informações a Codevasf se tornou a preferida de deputados e senadores, principalmente do Centrão, pela capacidade de executar obras e entregar máquinas.

O uso indiscriminado da estatal levou por exemplo, a decisão de Bolsonaro, de expandir a Codevasf que agora também atende o Amapá, reduto do senador Davi Alcolumbre (DEM); o Rio Grande do Norte, base do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (sem partido), e a Paraíba, do deputado Wellington Roberto, líder do PL na Câmara. Para atender a todos os envolvidos no Bolsolão, o palácio do planalto deu a seguinte ordem, “A ampliação não tem freio”. O Senado já aprovou proposta para a estatal atuar no Amazonas, em Roraima e no Sul de Minas.

Texto editado por Ana Fernandes com informações do Jornal O Estadão

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